Quando a Televisão Entrou em Minha Casa…
- anozmundo
- 29 de jan.
- 2 min de leitura

Quando a televisão entrou em minha casa…
(Colaboração de Célia Gouveia para A NOZ [mundo]) ----- (20/10/25)
Muito profundo… e tão verdadeiro!
Quando a televisão entrou em minha casa, esqueci-me de como ler um livro.
Quando o carro parou à minha porta, esqueci-me de como caminhar.
Quando segurei um celular, esqueci-me de como se escreve uma carta.
Quando o computador chegou, esqueci-me da ortografia.
Quando o ar condicionado se instalou, deixei de procurar a sombra e a brisa de uma árvore.
Vivendo na cidade, me esqueci do cheiro da terra molhada.
Manuseando cartões e contas bancárias, esqueci-me do verdadeiro valor do dinheiro.
Com os perfumes artificiais, esqueci-me do das flores frescas.
Com os lanches rápidos, esqueci-me dos sabores dos pratos tradicionais.
Sempre com pressa, esqueci-me de como parar.
E desde o WhatsApp, esqueci-me de como falar verdadeiramente.
Quando morremos, o nosso dinheiro fica no banco.E, no entanto, em vida, falta-nos frequentemente.
Ironia cruel: após a nossa partida, ficam muitas vezes quantias importantes, não utilizadas.
Um grande empresário chinês morreu, deixando 1,9 bilhão de dólares à sua viúva.Ela casou… com o motorista dele.O motorista disse:
“Durante anos, pensei que trabalhava para o meu patrão… e hoje percebo que era ele que trabalhava para mim.”
A realidade é dura:É melhor viver muito tempo do que possuir muito.
Devemos, portanto, proteger o que temos de mais precioso: a nossa saúde.
Num celular top de linha, 70% das funções não são utilizadas.
Num carro de luxo, 70% das performances e gadgets não servem para nada.
Numa moradia suntuosa, 70% do espaço não está ocupado.
Nos nossos armários, 70% das roupas nunca são usadas.
Numa vida inteira de trabalho, 70% dos rendimentos beneficiam… os outros.
Então, aprendamos a acarinhar os nossos 30% restantes:
Façam check-ups de saúde, mesmo que se sintam bem.
Bebam água, mesmo sem sede.
Deixem passar, mesmo perante grandes problemas.
Saibam ceder, mesmo que tenham razão.
Mantenham-se humildes, mesmo no sucesso.
Contentem-se com o que têm, mesmo que não seja muito.
Cuidem do vosso corpo e da vossa mente, mesmo que estejam muito ocupados.
E sobretudo… arranjem tempo para aqueles que amam.
Cuidem dos amigos.
Nota sobre a autoria
Este texto circula amplamente na internet e foi compartilhado em diferentes redes sociais e aplicativos de mensagens. Sua autoria não pôde ser confirmada com segurança. Apesar de algumas referências mencionarem nomes variados, não há registro oficial ou publicação original que indique o autor.
O conteúdo reflete uma reflexão sobre a vida moderna, a tecnologia e o valor do que realmente importa, de forma atemporal e universal.
Portanto, o texto é apresentado aqui como de autoria não identificada, sendo publicado no A NOZ [mundo] como colaboração de Célia Gouveia, que o compartilha por seu valor reflexivo e poético.
Imagem: (retirado do Google imagens)




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