[por Adriano A. Barboza | 24/01/26] A indústria cultural consolidou-se como hegemonia ao transformar visibilidade em mercadoria. O cinema, nesse processo, passou a operar muitas vezes como narrativa padronizada, conduzida a finais previsíveis. A vitória do “mocinho” se impõe após colisões espetaculares, numa lógica de satisfação que nunca se completa. Trata-se de um consumo que cultua a força. Uma força que se estende como poderio, mas que não se sustenta por outro sentido